POLÍTICA

Plano Diretor de Frutal é discutido em Audiência Pública

13 04 2018 - AUDIENCIA

13 abr, 2018

Após algumas atualizações, o Plano Diretor da Cidade de Frutal, foi apresentado e discutido com a sociedade civil em duas audiências públicas, que foram realizadas nos dias 4 e 5, na Câmara Municipal, por meio de uma ação da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano. O projeto foi apresentado pela arquiteta Sandra Neves, da empresa Oliver Arquitetura e Engenharia, responsável pela revisão do Plano Diretor. Após a revisão e algumas alterações, o projeto será encaminhado para aprovação do legislativo, que fará pelo menos mais duas audiências públicas.

Segundo a prefeita Maria Cecília Marchi Borges (Ciça), o Plano Diretor começou a ser elaborado na gestão anterior e agora está sendo concluído. “O Plano Diretor é a expansão do nosso município de forma ordenada, e a cada cinco anos o gestor tem que rever o crescimento da cidade, por isso a participação da população, dos nossos engenheiros e arquitetos é importantíssima para discussão, pessoas que vivem na nossa cidade e quer o crescimento ordenado, o momento foi agora, mesmo com ampla divulgação, no jornal, no rádio, site da prefeitura e redes sociais, tivemos pouca participação da comunidade”, relata.

Na avaliação de Ciça as audiências apresentaram resultados positivos. As discussões tiveram a participação de pessoas que representam o meio rural e urbano e todos tiveram a oportunidade de opinar. “Tivemos uma discussão saudável, pois somos responsáveis pelo município onde a gente mora, e essas discussões serão colocadas no papel, depois organizadas de forma ordenada. O município tem que ter o plano diretor, é necessário saber onde vai ter o loteamento, se é viável, se tem uma nascente de água, o que é permitido e fazer com que este crescimento ofereça qualidade de vida para o cidadão”, comenta.

A arquiteta Sandra Neves, também considera que as audiências foram produtivas, pois contou com perguntas e sugestões interessantes. Segundo Sandra, algumas propostas apresentadas serão incorporadas ao texto da lei. “O Plano Diretor mexe com a vida de todo mundo, porque será estabelecido o que pode ser construído e o que não pode, aonde podem ser construídas indústrias, quais as áreas, o tamanho do lote de cada área, o coeficiente, etc. O que já aconteceu e esta diferente dos parâmetros urbanísticos estabelecidos na nova lei, não vão poder ser alterados, isso é para o futuro”, explica.